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O objetivo deste estudo foi determinar se existia relação entre as quantidades de dopamina plasmática (DAp) e as condutas agressivas em pacientes caninos. Para isso se trabalhou com dois grupos: um de quinze cachorros machos, inteiros, principalmente adultos, sem sinais de doença e diagnosticados como agressivos mediante a aplicação de um protocolo etológico; e outro de cinco cachorros (grupo controle) com as mesmas características que as do grupo estudo, com exceção dos problemas de conduta. Para cada grupo se determinaram características individuais, ambientais e de conduta, que se relacionaram com as concentrações de DAp através da técnica de cromatografia líquida de alta eficácia ou <em>high performance liquid chromatography </em>(HPLC), acoplado a um detector eletroquímico. Dentro dos resultados do grupo de estudo se observou principalmente agressividade por dominância (73%), intraespecífica (14%) e territorial (13%), e junto com isso se detectou que o 73% apresentou sinais de ansiedade. Em quanto aos valores de DAp, 53% dos cachorros obteve valores menores a 04 ng/ml e o 47% restante não foi possível determinar um valor aproximado devido à amplitude de sua distribuição. Para o grupo de controle os valores de DAp foram menores que 04 ng/ml. A partir de um ANDEVA das médias mínimas quadradas se determinou que 64% das concentrações plasmáticas de DA eram explicadas pela ansiedade; não sendo assim com as condutas agressivas.
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