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Na Colômbia a atividade avícola é sanitariamente controlada e regulada por isso, os criadores de galos de briga deveriam ser controlados, mas até a presente data não se há realizado estudos sobre as medidas de biosseguridade implementadas, o que se transforma em uma crescente preocupação pelo impacto sanitário que possa ter sobre a indústria avícola. O objetivo do trabalho foi avaliar o conhecimento e a aplicação das normas de biosseguridade em criadouros de galos de briga (<em>Gallus gallus</em>) do município de Yacuanquer, no Departamento de Nariño, na Colômbia, segundo o regulamentado na Resolução 3642 de 21 de agosto de 2013, expedida pelo Instituto Colombiano Agropecuário. Foi realizada uma enquete com 157 criadores, dos quais o 88,54 % desconhece o conceito de biosseguridade e não controla o ingresso de pessoal alheio à exploração o 61,15 % não desinfeta as locações o 100 % não mantém pedilúvios na entrada da exploração nem realiza trabalhos de desinfecção dos automóveis solo o 23,57 % realiza vazio sanitário dentro de seus criadouros e o 63,7 % não instaura um período de quarentena aos novos exemplares adquiridos o 64,33 % não vacina e o 98,09 % não conta com assessoria veterinária. Em conclusão, pôde-se estabelecer que os criadores de galos de briga em Yacuanquer nem conhecem nem implementaram medidas de biosseguridade, o que representa um fator de risco para a indústria avícola da região.
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