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O artigo apresenta os resultados de um estudo descritivo que determinou a prevalência de leptospirose em bovinos com transtornos reprodutivos de zonas rurais de Montería, Colômbia. Coletaram-se amostras de soro de 26 toros e 137 vacas procedentes de 28 sítios com antecedentes de problemas reprodutivos, as quais foram analisadas mediante técnica de microaglutinação para detectar anticorpos contra <em>Leptospira. </em>Utilizaram-se antígenos dos sorovares <em>pomona, hardjo, canicola, grippotyphosa </em>e <em>icterohaemorrhagiae. </em>O 41% dos soros foi positivo a <em>Leptospiro </em>a ponto de corte 1:20. Os sorovares prevalentes foram <em>grippotyphosa </em>(29,85%) <em>hardjo </em>e <em>icterohaemorrhagiae </em>(28 e 16,41%). Realizou-se uma prova de chi quadrado (x<sup>2</sup>) para estabelecer a relação entre a soropositividade a <em>Leptospiro </em>e as variáveis de sexo, idade, antecedentes de abortos e repetição de serviços de cada animal, assim como zona de amostragem e sistema de produção dos sítios. A soropositividade a <em>Leptospiro </em>foi de 26,86% e 29,85% nos grupos de idade de 3-4 anos e de 5-6 anos, e do 43,2% em bovinos > 7 anos. A soroprevalência em vacas abortadas e não abortadas foi similar (35 e 34%); da mesma forma, a soropositividade em vacas com e sem repetições de serviço foi de 34 e 35% respectivamente. O 41,7% dos sítios com sistema de produção de carne e o 58,2% com duplo propósito foram positivas a diferentes sorovares. Não se encontrou dependência entre a soropositividade a <em>Leptospiro </em>e as variáveis mencionadas (p > 05). Os resultados indicam uma alta soroprevalência de leptospirose em bovinos com transtornos reprodutivos em Montería.
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