A técnica de plastinação por corrosão: realidade possível
Revista de Medicina Veterinaria

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Desde a década dos setenta a plastinação é conhecida como uma técnica aplicada a organismos, órgãos e estruturas para sua preservação com fins didáticos. Na plastinação se utilizam diferentes substâncias como silicone, resinas epóxi e polímeros que geram peças rígidas e flexíveis. Neste trabalho se modificou a técnica de plastinação por corrosão, obviando a fixação química com formaldeído em espécimes frescos de rins. Realizou-se a lavagem inicial com solução heparinizada e a infiltração se realizou com látex natural adicionado com colorante e também sem este. Depois de cinco dias se realizou a digestão com pepsina em meio ácido e se obteve um producto livre de odor e durável. Esta e outras técnicas de plastinação têm uso em diferentes campos como o ensino, a pesquisa e a plástica. As tendências atuais nos currículos giram ao redor do sistema de créditos acadêmicos, onde o trabalho independente do estudante lhe permite aprofundar, ampliar conceitos e trabalhar em temas afins e utilizar, por exemplo, as técnicas de preservação aplicadas a organismos, o mesmo tempo em que se reduz o uso de substâncias tóxicas como os fixadores de tecidos.
PDF (Espanhol)

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plastinação
investigação
educação

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Venegas Cortes, C. A., Dalmau Barros, E. A., Trujillo Jurado, C. A., & Díaz Rojas, C. A. (2013). A técnica de plastinação por corrosão: realidade possível. Revista De Medicina Veterinaria, 25, 109-117. https://doi.org/10.19052/mv.2303