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O objetivo da pesquisa foi determinar as diferenças no desempenho cardiovascular de cães saudáveis pré-medicados com hidromorfona e induzidos e mantidos com três diferentes protocolos anestésicos. Foram avaliados quinze cães saudáveis entre um e seis anos de idade, os quais não apresentavam afecções cardíacas ou que geram dor e com um risco anestésico classificado como ASA I. Os pacientes se distribuíram em três grupos e cada um foi induzido e mantido em um plano anestésico (estado III, plano 2) com um protocolo segundo o grupo ao que se haviam incorporado (tiopental, propofol ou a mescla propofol-tiopental). Em cada paciente se realizou eco cardiografía (fração de encurtamento e fração de ejeção) e se mediu o lactato plasmático e a pressão arterial pelo método oscilométrico. As medições se realizaram em três períodos (T1, antes de pré-medicar; T2, depois de pré-medicar, e T3, depois da indução). Observou-se uma diferença muito significativa na frequência cardíaca dos pacientes anestesiados com propofol (<em>p = </em>0004) <em>com </em>tendência à bradicardia; a pressão arterial se mostrou diminuída no grupo propofol; contudo, a diferença não conseguiu ser significativa (<em>p = </em>08). Em quanto aos outros parâmetros (fração de ejeção, fração de encurtamento e lactato), também não se observaram diferenças.
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