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<strong>Introdução:</strong> conhecer as variáveis associadas à prevalência de mastite clínica (PMC) ajuda a desenhar medidas de controle mais eficientes. Objetivos: quantificar a PMC em um rebanho de especialização leiteira, de acordo com a influência da ordem de parto (OP) e o efeito do componente racial (CR). <strong>Materiais e métodos:</strong> se realizou um estudo transversal, mediante o qual se calculou a PMC segundo o OP (1, 2, 3, 4, 5 e 6 ou mais), a probabilidade condicional (PC), a PMC para cada CR e a PMC segundo o OP para cada CR. Realizou-se exame de χ<sup>2</sup>. <strong>Resultados:</strong> se observou uma PMC global de 15 %. Se estabeleceu uma relação diretamente proporcional entre o OP e a PMC. As prevalências calculadas foram 9,91912,221,6 21,7 e 21,4 %, para os OP 1, 2, 3, 4, 5 e 6 ou mais respectivamente, com diferenças estatísticas significativas. A PC variou entre 9 % (1 e 2 OP) e 22,8 % (3 e 4 OP). Observou-se uma PMC de 16,7 % para a Holstein (H), 8,9 % para o F1 de H por branco orelhas negras (BON) e de 9,4 % para a 3/4H × 1/4BON, sem diferenças significativas. Não obstante, al comparar a H com os cruzamentos por BON, sem importar a porcentagem do componente racial BON, se observaram diferenças estatísticas significativas. <strong>Conclusões:</strong> a PMC incrementa com o aumento do OP portanto, os programas de vigilância da doença devem intensificar-se em vacas mais velhas. A raça BON proporciona um fator de rusticidade aos seus cruzamentos que diminui a PMC.
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