Respostas fisiológicas de Piaractus brachypomus suplementado com ácido ascórbico e submetido a estresse por hipoxia
Revista de Medicina Veterinaria

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Juvenis de Piaractus brachypomus (30 ± 4,76g) foram alimentados ad libitum por 30 dias com dieta de 32% proteína, suplementada com seis quantidades diferentes de ácido ascórbico (AA): T1 = 0 mg/kg; T2 = 100 mg/kg; T3 = 200 mg/kg; T4 = 400 mg/kg; T5 = 800 mg/kg; T6 = 1600 mg/kg. Após a fase de alimentação, os animais estiveram em exposição aérea por 60 segundos e em seguida retornaram a água. Sangue foi coletado mediante punção na veia caudal de três indivíduos por tratamento a 5, 30, 60 e 360 minutos após retornar à agua. Com essas amostras determinaram-se em plasma as concentrações de cortisol, glucose, lactato e proteínas totais. Em soro, a concentração de iões Cl– e Na+ for medida. Por fim, a sobrevivência foi calculada. Os dados foram submetidos à análise de variância ANAVA e, quando diferencias foram encontradas, as médias foram comparadas pelo teste de Tukey (α = 0,05). O cortisol mostrou o pico mais alto nos exemplares alimentados com a dieta livre de AA. As concentrações de glucose foram menores nos peixes suplementados com 400 mg/kg a 5, 30 e 60 minutos. As concentrações dos dois iões permaneceram estáveis ao longo do tempo nos exemplares suplementados com 200 mg/kg. A sobrevivência foi de 100 % em todos os tratamentos. A suplementação com concentrações entre 100 e 400 mg/kg AA melhorou a resposta dos animais perante estresse por hipóxia
PDF (Espanhol)

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##article.subject##

cortisol
estresse
fisiologia
hipóxia
peixes
vitamina C

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Corredor Castillo, A. S., & Landines Parra, M. Ángel. (2019). Respostas fisiológicas de Piaractus brachypomus suplementado com ácido ascórbico e submetido a estresse por hipoxia. Revista De Medicina Veterinaria, 38, 29-40. https://doi.org/10.19052/mv.vol1.iss38.3