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O muco cervical bovino varia a sua composição bioquímica e suas propriedades biofísicas durante o ciclo estral devido às variações nos níveis de esteróides sexuais, sendo produzido em maior quantidade durante o estro como consequência do aumento no nível de estrogênios. Neste estado também se observa que o muco aumenta a sua capacidade de cristalizar. O objetivo deste artigo é proporcionar uma visão atualizada dos principais aspectos relativos à cristalização do muco cervical bovino. Em primeiro lugar faz-se referência à composição do muco e das importantes funções exercidas por esta secreção na fisiologia reprodutiva bovina e de outras espécies. Mais adiante o artigo trata sobre o fenômeno de cristalização observado no muco cervical em estro, descrevendo-se os principais modelos utilizados para classificar os padrões cristalinos observáveis no mesmo (alguns semelhantes a samambaias, folhas de palmeira ou figuras estreladas, entre outros). Finalmente, se discute a importância do fenômeno da cristalização do muco cervical para a compreensão da reprodução bovina tanto em estados fisiológicos quanto em fisiopatológicos.
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