Ligadura de conduto arterioso persistente em um Cocker spaniel de dois meses de idade: repórter de caso
Revista de Medicina Veterinaria

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O presente artigo reporta o caso de uma fêmea canina Cocker spaniel inteira de dois meses de idade, que foi levada à Clínica para Pequenos Animais da Universidade Nacional da Colômbia, com tosse de seis dias de evolução, pouco ganho de peso e historial de sopro cardíaco detectado com anterioridade em um centro veterinário. Após realizar o exame médico, se percebem estertores em ambos os campos pulmonares, aumento do reflexo da tosse, pulso jugular positivo, um sopro cardíaco 6/6 e aumento do tempo de enchimento capilar. Diagnostica-se a persistência de conduto arterioso mediante ecocardiografia, razão pela qual se cogita a ligadura do conduto como tratamento definitivo. A paciente se recuperou satisfatoriamente do procedimento cirúrgico sem ter nenhum tipo de complicação no pós-operatório apresentou tosse que se resolveu aos poucos dias com ajuda de um tratamento com furosemida (2 mg/kg TID IM). Três meses após a realização do procedimento cirúrgico a paciente se encontrava clinicamente saudável, sem nenhuma manifestação de origem cardíaca.
PDF (Espanhol)

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conduto arterioso persistente
canino
ligadura
poliéster trançado

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Escobar Correa, X. ., & Galindo Zamora, V. . (2016). Ligadura de conduto arterioso persistente em um Cocker spaniel de dois meses de idade: repórter de caso. Revista De Medicina Veterinaria, 32, 101-108. https://doi.org/10.19052/mv.3859