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O hemangiossarcoma (HSA) é um tipo de câncer que tem diferentes apresentações clínicas e, portanto, diferentes consequências, já que, dependendo de cada caso, existirão diferentes opções terapêuticas. Se bem no caso do HSA cutâneo a primeira linha de tratamento sempre é a extração cirúrgica do tumor, se devem procurar focos metastáticos e depois realizar quimioterapia, apesar de ter potencial metastático baixo. Por outra parte, a baixa sobrevivência que existe neste tipo de neoplasia é um fator que se deve informar aos responsáveis das mascotes, para que assim, com toda a informação disponível, possam tomar uma decisão livre e informada sobre o tratamento que desejam para sua mascote, considerando o compromisso financeiro, o tempo de sobrevivência e a qualidade de vida associada à quimioterapia. Este artigo descreve o caso clínico de uma fêmea canina de raça galgo de 8 anos de idade, que foi levada à consulta por causa um tumor cutâneo no membro posterior direito na tíbia distal. Foi diagnosticada com HSA cutâneo não invasivo mediante histopatológica, razão pela qual os proprietários optaram por não realizar tratamento de quimioterapia no entanto, 10 meses depois apresentou lesões recorrentes na pele e em um linfonodo poplíteo correspondentes a hemangiossarcoma e hemangioma respectivamente, e três semanas depois a paciente apresentou tamponamento cardíaco por uma massa cardíaca com derrame associado, o que levou à sua eutanásia.
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